GABINETE DO KAS #07




Lançamentos de abril (2ª parte)

Continuando nossa vasculhada nos lançamentos deste mês (clique aqui para ver a primeira parte), temos uma das coleções mais celebradas do ano passado nos EUA, a caixa ALIEN QUADRILOGIA. Bom, sinceramente não sei se era exatamente o caso desta série específica ganhar uma edição tão mega assim tão cedo, já que uma primeira caixa havia sido disponibilizada não há muito tempo e já era digna de nota. Em todo caso, melhores edições nunca são demais, a não ser para o meu bolso e dos outros colecionadores, como você que está lendo esta coluna. Infelizmente, a minha caixa ainda não chegou enquanto escrevo estas linhas, ao contrário dos sortudos que receberam no dia de lançamento, por isso vou ficar apenas no plano da especulação.

Como todo mundo já deve estar careca de saber, a caixa traz os quatro filmes da série em edição dupla, mais um DVD só de extras. Cada edição dupla contém o filme original assim como uma nova montagem de cada título, acrescida de cenas excluídas da versão de cinema. Tanto ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO quanto ALIEN: A RESSURREIÇÃO ganharam também áudio em DTS. Além disso, temos toneladas de documentários, comentários em áudio e outros atrativos mais que convincentes para fazer você trocar imediatamente sua caixa antiga pela nova. Os filmes podem ser adquiridos separadamente, mas o nono DVD, com extras, é exclusivo da coleção.

 

ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO recebeu uma nova edição pelas mãos do próprio diretor Ridley Scott, que adora mexer em seus próprios filmes, como fez antes em Blade Runner e A Lenda. Na versão do diretor de Scott, o filme ganhou a famosa cena da morte do Capitão Dallas, presente entre as cenas excluídas da edição anterior em DVD. Mas Scott fez mais que apenas incluir cenas. Ele remontou o filme de tal modo a retrabalhar o ritmo, chegando a excluir sequências e diminuir cenas a ponto da duração final da nova versão ser inferior a da versão original.

 

ALIENS, O RESGATE contém tanto a versão original de cinema quanto a do diretor presente no DVD da antiga coleção, com 16 minutos a mais, usados principalmente para aprofundar o vínculo emocional entre Ripley e a garotinha. O destaque é a nova faixa de comentários de James Cameron. Só espero que a Fox faça o favor de legendar este extra, o que infelizmente não é costume da distribuidora.

 

ALIEN 3, que foi o episódio mais massacrado quando lançado nos cinemas, pra mim é o que resiste melhor a uma revisão. Na época o filme chamou mais a atenção por raspar a cabeça de Sigourney Weaver do que por seus próprios méritos. Claro que os problemas ocorridos na produção ficam visíveis na tela, como o dinheiro gasto nas diversas versões do roteiro (que passou pelas mãos dos cineastas Vincent Ward e Walter Hill, este último um dos produtores da série), estourando o orçamento e fazendo falta na pós-produção, principalmente nos efeitos visuais que ainda assim ganharam indicação ao Oscar. Mas David Fincher mostra mão segura já em sua estréia na direção, criando um clima mórbido ausente nos outros filmes. Fincher aproveita bem elementos do roteiro original do neozelandês Ward (que ficou com crédito pelo argumento), como a natureza religiosa dos habitantes do planeta prisão, e criou um final ao mesmo tempo surpreendente, corajoso e de extrema beleza emocional, com o sacrifício da heroína que leva consigo para a morte seu bebê alienígena. É uma das cenas mais fortes de toda a série e uma das responsáveis pela atualidade do filme.

O DVD de ALIEN 3 é ao mesmo tempo o principal atrativo desta nova coleção e o motivo pelo qual esta mesma não é definitiva. Tudo porque Fincher não aceitou a proposta da Fox de retrabalhar a sua versão para o DVD e nem mesmo quis participar do documentário e do comentário em áudio. Com isso temos uma versão estendida sim, mas realizada a partir da primeira montagem feita ainda sob supervisão de Fincher, anterior à interferência do estúdio. Não dá pra saber se essa primeira montagem seria realmente a preferida do diretor, visto que este se omitiu a respeito, provavelmente em retribuição aos maus tratos recebidos pela Fox durante a produção do filme. O que temos é uma nova versão do mais polêmico capítulo da cine-saga, mas não a que realmente gostaríamos de ver. Ainda assim, essa versão é por tudo isto o maior atrativo da coleção.

 

Nunca fui fã dos filmes de Jean-Pierre Jeunet, como Delicatessen e O Ladrão de Sonhos (feitos em parceria com Marc Caro) e o posterior O Fabuloso Destino de Amélie Poulan. São todos pra mim publicitários demais e quem me conhece sabe que abomino este estilo no cinema. Muita forma, muita pretensão e pouco conteúdo. E este talvez seja o maior defeito de ALIEN: A RESSURREIÇÃO, sem dúvida o mais fraco da série e responsável pelo seu atual sepultamento. A direção de Jeunet, em seu primeiro e único filme em língua inglesa, passa do humor duvidoso e pretensioso de seus filmes franceses à ação calcada nos quadrinhos inserida por Cameron no segundo episódio, sem jamais encontrar o tom certo. Isso faz com que a primeira metade seja extremamente chata e redundante. O filme melhora na parte final, quando começa a matança e a ação, mas nunca se equipara aos capítulos anteriores, cada um com identidade e estilo bem definido. Parece mais uma das milhares de cópias de ALIEN que um produto original da série. O DVD de ALIEN: A RESSURREIÇÃO também conta com uma versão estendida, o que me dá medo, já que sempre achei que o filme deveria ser mais curto.

 

Pela Paramount, temos SEX AND THE CITY: 5ª TEMPORADA, a penúltima da série. Só fui descobrir as peripécias de Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha no DVD, já que as poucas cenas que vi na TV nunca chegaram a me atrair mesmo. Por insistência da Sra. Kas, resolvi dar uma chance e adquiri a primeira temporada e logo depois a segunda. SEX AND THE CITY é simplesmente viciante, até mesmo para os mancebos cheios de testosterona leitores deste site. Os roteiros são sempre criativos e carregados de humor, sem nunca deixar de lado o aspecto humano das personagens. Quem já teve qualquer tipo de relacionamento com o sexo oposto (ou seja, praticamente todo mundo, até mesmo o geek mais geek) vai se identificar prontamente com a série, que fala exatamente disso: de relacionamentos e todos os problemas e alegrias decorrentes deles (ou da falta deles). As garotas são todas interessantes e cativantes, até mesmo a Sarah Jessica Parker, de quem nunca fui fã. Mas a série conquista de vez o público masculino com a introdução de Mr. Big, que na pele do mesmo Chris Noth de Lei & Ordem, representa com louvor a classe.

Esta quinta temporada traz apenas 8 episódios (devido à gravidez de Sarah Jessica Parker), reunidos em um DVD duplo. Como não acompanhei a terceira e a quarta temporada, que estão na lista de aquisição para o próximo mês, não sei em que pé que está a série. E nem quero saber, na verdade. A graça de acompanhar uma série em DVD está em ver todos os episódios em ordem e ir descobrindo a trama e os personagens aos poucos. SEX AND THE CITY não é uma exceção. Numa destas revistas femininas saiu recentemente uma matéria sobre a série que a Sra. Kas começou a ler e de cara ficou sabendo de uma revelação importante das próximas temporadas. Agora ela ameaça de revelar essa informação sempre que eu não quero levantar da cama para buscar água pra ela depois que deitamos pra dormir. É duro o que a gente tem de fazer pra manter a benção da ignorância.

 

A Paramount lança para locação UMA PASSAGEM PARA A VIDA, que ficou inexplicavelmente inédito nos cinemas brasileiros, após fazer boa carreira no exterior, inclusive no mercado americano. Trata-se do novo longa do francês Patrice Leconte, um dos nomes mais interessantes do cinema mundial, autor de filmes deliciosos e absolutamente imperdíveis como O Marido da Cabelereira, A Dança dos Desejos, Caindo no Ridículo e A Mulher e o Atirador de Facas. A último produção de Leconte exibida por aqui foi A Viúva de Saint Pierre, um belo filme que passou meio que em brancas nuvens. UMA PASSAGEM PARA A VIDA é estrelado por um colaborador habitual do diretor, o ótimo Jean Rocheford. Confira o trailer do filme clicando aqui. Falta agora uma distribuidora descente tomar vergonha e lançar a obra completa do cineasta no Brasil, em edições dignas.

 

Mas basta ver o que a Europa fez com o maravilhoso AS INVASÕES BÁRBARAS para ficar com um pé atrás com relação ao tratamento que estas distribuidoras picaretas dão aos lançamentos em geral e aos filmes europeus ou independentes em particular. Lançar a obra-prima de Denys Arcand em tela cheia é um absurdo, ainda mais que o filme ganhou uma legião de fãs no Brasil! Minha esperança é que seja apenas a versão para locação e que a empresa disponibilize ambos os formatos de tela quando lançarem para venda direta. Infelizmente, acho pouco provável. E o pior é que vão acabar fazendo o mesmo com O Declínio do Império Americano, no qual Arcand apresentou os personagens, vinte anos atrás.

 

Dois filmes de horror recentes que eu deixei passar no cinema chegam ao DVD pela Playarte. É curioso o tratamento que a distribuidora vem dando a seus títulos. Os que são da New Line ganham tratamento VIP, com widescreen anamórfico e às vezes DTS, enquanto os demais continuam a ser massacrados em tela cheia, independente da qualidade dos títulos. Acontece o mesmo aqui, com A VINGANÇA DE WILLARD e OLHOS FAMINTOS 2. O primeiro sai para venda direta e recebe a atenção New Line. Já o segundo sai a princípio apenas para locação e, como aconteceu com o primeiro episódio (que eu também não vi ainda), cai na vala dos menos afortunados. Aliás, o motivo de não ter assistido ao primeiro Olhos Famintos até hoje foi que perdi nos cinemas e não tive saco de ver em tela cheia no DVD. Daí como não vi o primeiro, fiquei sem ver o segundo também. Estou até curioso para conhecer o Creeper, que andam falando ser o novo monstro revelação do cinema de horror ou pelo menos tentando promover como tal. Já A VINGANÇA DE WILLARD parece ser mais interessante e ainda bem que ganhou uma edição decente. A Playarte já lançou edições de primeira para Premonição 2, Blade II (faltando apenas legendar os comentários em áudio) e promete uma no mesmo nível para Freddy vs. Jason.

 

A Playarte, sem querer, acabou lançando este mês um filme que passou a atrair a atenção dos geeks após o anúncio de que seu diretor irá capitanear as aventuras do Quarteto Fantástico na telona. Pena que UMA TURMA DO BARULHO chegue por aqui em tela cheia. Mas é a chance do público brasileiro conhecer o trabalho do diretor Tim Story antes deste embarcar no longa da família fantástica da Marvel. A trama se passa numa barbearia (a Barbershop do título original) onde se encontram várias figuras do bairro. O barbeiro-mor é Ice Cube, que desponta como o novo astro negro, graças a esse e a outros sucessos surpresa.

 

Por fim, a distribuidora também lança finalmente a revisão de Walter Hill para a mesma trama filmada originalmente por Akira Kurosawa em Yojimbo, O Guarda-Costas e retrabalhada por Sergio Leone em Por um Punhado de Dólares. Claro que Hill come muita poeira destes dois mestres, mas até que O ÚLTIMO MATADOR, que ele fez com Bruce Willis e Christopher Walken, tem seus méritos. Enquanto Kurosawa fez um filme de samurais e Leone um western spaghetti, Hill reescreve a saga do estranho sem nome como um filme de gângsters. Merece uma conferida, ainda mais nesta edição em wide e som 5.1.

 

A Universal lança simultaneamente com os EUA a comédia romântica favorita do Gelogurte, SIMPLESMENTE AMOR. É aquele típico filme bonitinho que fica até constrangedor falar mal e nem precisa, já que praticamente tudo funciona nesta estréia no direção do roteirista Richard Curtis, autor de algumas das mais celebradas comédias românticas da última década, como Quatro Casamentos e um Funeral, Um Lugar Chamado Notting Hill e O Diário de Bridget Jones. Eu particularmente sou apaixonado por Notting Hill e acho o roteiro de Quatro Casamentos brilhante, mas nem por isso SIMPLESMENTE AMOR não merece lugar aqui no Gabinete. Só discordo da alcunha de "Comédia Romântica Definitiva" que o marketing da Universal criou. Só serve para criar uma expectativa que não se corresponde.

Como o próprio Curtis lembra em sua introdução para o roteiro de Quatro Casamentos, publicado no Brasil pela Rocco, entre os vários ingredientes de um filme do gênero de sucesso, está a inclusão de Hugh Grant no elenco. Impossível discordar. Se Grant já fazia como ninguém o bobalhão charmoso, fica melhor ainda como canalha charmoso, como comprovou em Bridget Jones e Um Grande Garoto. Em SIMPLESMENTE AMOR Grant está mais para o primeiro tipo, mas lidera muito bem o grande elenco no papel do primeiro ministro britânico. São várias histórias paralelas que se cruzam ou não, com o maior desfile de astros britânicos desde Assassinato em Gosford Park e Harry Potter. A melhor pra mim é a do viúvo vivido por Liam Neeson e do garotinho. Mas também são deliciosas as interpretações de Alan Rickman e Emma Thompson como um casal em crise, assim como a hilária participação de Bill Nighy como um ex-astro de rock. Não atrapalha a gracinha Keira Knightley esbanjar sorrisos e seu charme irresistível. E a participação de duas beldades americanas no final deixou o Gelogurte molhado e não foi exatamente de lágrimas...

 

Por fim, a mesma Universal disponibiliza finalmente, também em lançamento mundial, um dos mais aguardados filmes de Steven Spielberg, A LISTA DE SCHINDLER. Com esse belo longa, Spielberg provou que holocausto ainda era um tema rentável e fez o público de todo mundo esquecer que estava vendo um filme em preto & branco. Aliás, que preto & branco! Foi aqui que começou a bem sucedida parceira do diretor com o fotógrafo polonês Janusz Kaminski, que vem se juntar ao dream team liderado pelo cineasta e completado por John Williams e Michael Kahn. O cineasta já havia trabalhado com grandes nomes da lente como Allen Daviau, Vilmos Zigmond, Mikael Salomon e Douglas Slocombe, mas foi em Kaminski que Spielberg encontrou sua alma gêmea, pelo menos na fase mais adulta de sua carreira. É inegável a contribuição de Kaminski para A LISTA DE SCHINDLER. Seu trabalho é magnífico. Os outros colaboradores habituais de Spielberg também não fazem por menos e ajudam o cineasta a contar com sensibilidade a história de Oskar Schindler, um alemão que salvou a vida de vários judeus na Segunda Guerra. Brilhantemente filmado, com grandes interpretações (de Liam Neeson, Ben Kingsley e da então revelação Ralph Fiennes) e sempre impressionante, A LISTA DE SCHINDLER só peca por uma sequência, quase ao final, onde o protagonista fica em prantos numa crise de consciência, se culpando pelos judeus que ele deixou de salvar. É o único momento em que o cineasta se permite resvalar no sentimentalismo barato, numa cena desnecessária, mas que não tira o brilho desta obra maravilhosa, uma das maiores da carreira genial de Spielberg. Serviu também para calar a boca de seus detratores, que o acusavam de ter perdido a veia criativa e a comunicação com o público. Em um mesmo ano, Spielberg lança este e Jurassic Park. Enquanto o primeiro conquista os principais prêmios de 1993 (incluindo sete Oscars), o segundo se torna não apenas o campeão de bilheteria do ano, mas também da história do cinema até então.

O DVD duplo traz o filme em DTS e conta com documentário sobre a fundação erguida pelo diretor em nome das vítimas do holocausto. Um dos principais lançamentos do ano. Fica faltando agora, para completar a filmografia do diretor em DVD, apenas Encurralado (que tem uma edição de colecionador prevista para este ano), Louca Escapada, 1941: Uma Guerra Muito Louca (que já saiu nos EUA há tempos) e o filme de episódios No Limite da Realidade.

     

ALIEN: O OITAVO PASSAGEIRO
(Alien, 1979)

Direção:
Ridley Scott

Com:
Tom Skerritt, Sigourney Weaver, Veronica Cartwright, Harry Dean Stanton, John Hurt, Yaphet Kotto

Filme:

Idiomas: Inglês DTS, Inglês 5.1, Português 2.0, Espanhol 2.0

Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Ficção / Horror
Área 4 - 1h56min
Fox

ALIENS: O RESGATE
(Aliens, 1986)

Direção:
James Cameron

Com:
Sigourney Weaver, Bill Paxton, Lance Henriksen, Paul Reiser, Michael Biehn

Filme:

Idiomas: Inglês 5.1, Português 2.0, Espanhol 2.0 mono

Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.85:1

Ficção / Horror / Ação
Área 4 - 2h34min
Fox

ALIEN 3
(Alien 3, 1992)

Direção:
David Fincher

Com:
Sigourney Weaver, Charles S. Dutton, Charles Dance, Paul McGann, Lance Henriksen

Filme:

Idiomas: Inglês 5.1, Português 2.0, Espanhol 2.0 Surround

Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Ficção / Horror
Área 4 - 2h24min
Fox

ALIEN: A RESURREIÇÃO
(Alien Ressurrection, 1997)

Direção:
Jean-Pierre Jeunet

Com:
Sigourney Weaver, Winona Ryder, Brad Dourif, Ron Perlman, Dan Hedaya, Michael Wincott

Filme:

Idiomas: Inglês DTS, Inglês 5.1, Português 2.0, Espanhol 2.0

Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Ficção / Horror / Ação
Área 4 - 1h56min
Fox

SEX AND THE CITY: 5ª TEMPORADA
(Sex and the City: The Complete Fifth Season, 2003)

Direção:
Vários

Com:
Sarah Jessica Parker, KIm Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon

Filme:

Não Avaliado

Idiomas: Inglês 2.0, Português 2.0, Espanhol 2.0

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Full Frame 1.33:1

Comédia / Romance
Área 4 - 4h02min
Paramount

UMA PASSAGEM PARA A VIDA
(L' Homme du Train, 2003)

Direção:
Patrice Leconte

Com:
Jean Rocheford, Johnny Hallyday, Jean-François Stévenin, Charlie Nelson

Filme:

Não Avaliado

Idiomas:
Francês 5.1, Português 2.0

Legendas: Português, Inglês, Espanhol

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Drama
Área 4 - 1h32min
Paramount

AS INVASÕES BÁRBARAS
(Les Invasions Barbares, 2003)

Direção:
Denys Arcand

Com:
Remy Girard, Stéphane Rousseau, Dorothée Berryman

Filme:

Idiomas:
Não informado

Legendas: Não informado

Formato de Tela: Pan & Scan 1.33:1

Drama / Comédia
Área 4 - 1h34min
Europa

A VINGANÇA DE WILLARD
(Willard, 2003)

Direção:
Glen Morgan

Com:
Crispin Glover, R. Lee Ermey, Laura Harring, Jackie Burroughs

Filme:

Não Avaliado

Idiomas:
Inglês 5.1, Português 2.0

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.78:1

Horror
Área 4 - 1h40min
PlayArte

OLHOS FAMINTOS 2
(Jeepers Creepers 2, 2003)

Direção:
Victor Salva

Com:
Ray Wise, Jonathan Breck

Filme:

Não Avaliado

Idiomas:
Inglês 5.1, Português 2.0

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Pan & Scan

Horror
Área 4 - 1h44min
PlayArte

UMA TURMA DO BARULHO
(Barbershop, 2002)

Direção:
Tim Story

Com:
Ice Cube, Anthony Anderson, Cedric The Entertainer, Sean Patrick Thomas, Eve

Filme:

Não Avaliado

Idiomas:
Inglês 5.1, Inglês 2.0, Português 2.0

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Pan & Scan

Comédia
Área 4 - 1h42min
PlayArte

O ÚLTIMO MATADOR
(Last Man Standing, 1996)

Direção:
Walter Hill

Com:
Bruce Willis, Christopher Walken, Alexandra Powers, David Patrick, Karina Lombardi, Bruce Dern

Filme:

Idiomas:
Inglês 5.1

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Policial / Ação
Área 4 - 1h42min
PlayArte

SIMPLESMENTE AMOR
(Love Actually, 2003)

Direção:
Richard Curtis

Com:
Hugh Grant, Emma Thompson, Alan Rickman, Liam Neeson, Colin Firth, Rodrigo Santoro, Laura Linney

Filme:

Idiomas:
Inglês 5.1, Português 5.1

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 2.35:1

Comédia Romântica
Área 4 - 2h14min
Universal

A LISTA DE SCHINDLER
(Schindler's List, 1993)

Direção:
Steven Spielberg

Com:
Liam Neeson, Ben Kingsley, Ralph Fiennes, Embeth Davidz

Filme:

Idiomas:
Inglês DTS, Inglês 5.1, Português 5.1

Legendas: Português, Inglês

Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.85:1

Drama / Guerra
Área 4 - 3h13min
Universal

* Todas as informações acima foram fornecidas pelas distribuidoras